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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A PERCEPÇÃO RELATIVA DO SER HUMANO - Capítulo 13 da Apostila do Carrossel de Luz

               
    Compreendendo o Ser Humano em sua totalidade CORPO-MENTE-ESPÍRITO, este potencial do inconsciente humano pode ser utilizado como recurso terapêutico para os casos em que a pessoa, por algum motivo, não possua condições para permitir que o material inconsciente, que precisa ser liberado, torne-se consciente, como nos casos de bebês em vida intra-uterina, crianças na faixa etária de 0 a 3 anos, pacientes psicóticos, pacientes em estado comatoso ou terminal, idosos acima de 70 anos ou de pessoas cujos registros tenham conteúdos emocionais de medo extremo (fobias e síndromes de pânico), quando o próprio conteúdo emocional, por seu grau de intensidade, dificulta o processo de liberação. Nestes casos, trabalhamos com uma sensitiva (pessoa com percepção extra-sensorial produzida pela maior quantidade de cristais de apatita na glândula pineal), induzindo-a, através de Hipnose Ericksoniana, a um estado superior de consciência, direcionando a sua percepção para a faixa de freqüência psíquica do captado. Por meio desse processo terapêutico, consegue-se o esvaziamento dos conteúdos emocionais bloqueados, uma vez que a captadora não viveu as experiências por ela captadas, estando assim dessensibilizada em relação aos registros traumáticos e, portando, permitindo a sua liberação natural. Ainda através da captadora, ressignificamos a experiência para o inconsciente do captado, levando-o a perceber que agora está em outro momento do tempo, não havendo mais necessidade de se manter ligado emocionalmente àquela experiência. Este poderoso instrumento terapêutico abriu-nos as portas para a compreensão do inconsciente profundo do ser humano e de inúmeros fenômenos que até então desafiavam o conhecimento científico. Através dele, descobrimos que o inconsciente funciona como uma imensa antena parabólica, capaz de captar simultaneamente estímulos visuais, auditivos e sinestésicos (sensações), independentemente da distância no espaço ou no tempo. Encontramos o que a Metafísica denomina de Corpo Causal (C.C.), um registro de experiências transpessoais (as chamadas vivências passadas - experiências que não se encaixam na história de vida atual do indivíduo) que influenciam o seu comportamento presente, sendo a causa de muitos sintomas e reações psíquicas não compreensíveis em termos de ciência convencional. Encontramos também o que denominamos de Módulo Organizador Bioplasmático (MOB), um princípio inteligente e pré-existente, que estabelece uma PROGRAMAÇÃO INCONSCIENTE DE VIDA, em termos de probabilidade, que poderá ou não ser cumprida pelo SER em sua existência.                                 
       Durante a aplicação da técnica, o captado poderá estar presente no grupo, não apresentando maiores reações, além de uma reação de ansiedade, causada pelo inusitado da técnica. No decorrer de mais de 21 anos de pesquisas, temos observado excelentes resultados terapêuticos para as várias sintomatologias, bem como uma aceleração (sem desrespeitar o ritmo próprio de cada pessoa) do processo de auto-conhecimento e da reintegração do indivíduo, em estado de equilíbrio em suas atividades de vida diária. Identificamos também, um considerável aumento de suas potencialidades naturais, pela ampliação de consciência resultante do processo como um todo.
                   No despontar desse novo século, em que uma nova metodologia científica vem sendo sedimentada, podemos desenvolver pesquisas para aprofundar o que, no decorrer desses anos de estudos, vem se descortinando diante de nossos olhos: Novas explicações psicológicas para questões como o desenvolvimento de um câncer, da AIDS, das doenças congênitas, das marcas de nascença, de reações psicossomáticas sem causa aparente, fobias, síndromes de pânico e até mesmo estados psicóticos que ainda desafiam o conhecimento científico, construído com base no racionalismo característico da visão tridimensional de mundo.
                   A Captação Psíquica, técnica desenvolvida pela pesquisadora, abre-nos uma passagem para outras dimensões de vida; para a compreensão daquilo que há séculos se constitui no anseio maior da humanidade: Descobrir de onde veio e para onde vai, confirmando, tanto tempo depois, o princípio do “Conhece a ti mesmo para conheceres o mundo”. Despertando-nos mais uma vez para o fato de que aquilo que procuramos no mundo externo tem uma representação no interior mais profundo de nossas mentes. Descobrindo que a mente humana é o lugar onde a verdadeira história da humanidade está registrada, como num imenso holograma, no qual cada parte contem a representação do todo, possibilitando-nos então compreender este maravilhoso quebra-cabeças que é a vida.

Nota:
Angstron: Unidade de medida, criada para aferições em nível atômico, ou para medidas do comprimento de onda da radiação. Por definição 1 A = 10^-10 m e seu nome é uma homenagem ao físico sueco Jonas Angström (1814-1874).

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[1] Texto e gráfico de autoria de Sueli Meirelles.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A ÉTICA E O USO DA CAPTAÇÃO PSÍQUICA - Capítulo 31 da Apostila do Carrossel de Luz

31. A ÉTICA E O USO DA CAPTAÇÃO PSÍQUICA[1]

 31.1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES:

Tomando-se por base os conhecimentos de Programação Neurolingüística, Bioenergética, Psicologia Transpessoal, Física Quântica e Metafísica, torna-se possível construir uma ponte de conhecimentos entre a ciência e a espiritualidade, que facilite o autoconhecimento do ser humano em sua totalidade CORPO-MENTE-ESPÍRITO. Para que este objetivo se concretize é fundamental que sejam mantidos os preceitos éticos e científicos que devem nortear os trabalhos com a mente humana, os quais, em hipótese nenhuma poderão ser desrespeitados.  Dentro desse contexto, além da captação, outros fenômenos típicos dos Estados Superiores de Consciência,  poderão ocorrer:

a)    Presenças Espirituais que acompanham a pessoa captada e que têm uma tarefa de ajuda através desta pessoa, de acordo com o Plano Divino;
b)    Presenças Espirituais que, por desígnios superiores tenham a permissão de comunicar-se com o grupo, para fins de orientação;
c)    Presenças Espirituais que, por desígnios superiores tenham a permissão de comunicar-se com o grupo, em busca de ajuda;
d)    Personalidades Intrusas que estejam ligadas à pessoa captada ou a qualquer dos integrantes do grupo e que, por desígnios superiores, tenham permissão de comunicar-se. Estas deverão ser desvinculadas e encaminhadas, de acordo com a fundamentação teórica da técnica;
e)    Canalizações, visualizações e/ou premonições ligadas ao próprio serviço realizado;
f)     Visualizações e/ou premonições ligadas a eventos que, por sua natureza e por livre arbítrio ou intuição do grupo, ou ainda por designação superior, possam ser transmutados dentro do campo energético criado;


31.2. INDICAÇÕES:

Casos em que a pessoa, por algum motivo, não possua condições para permitir que o material inconsciente, que precisa ser liberado, torne-se consciente, através de um processo terapêutico (com profissional capacitado em relação à vida fora da matéria), tais como:
a)    Bebês em vida intra-uterina;
b)    Crianças na faixa etária de 0 a 3 anos;
c)    Crianças e pré-adolescentes até 16 anos, em processo terapêutico, cujos registros transpessoais estejam prejudicando seu desenvolvimento psico-afetivo saudável;
d)    Pacientes em estado comatoso, vítimas de doenças graves que dificultem a comunicação consciente;
e)    Vítimas de acidentes;
f)     Pacientes terminais, cujo desligamento esteja sendo doloroso;
g)    Idosos acima de 70 anos, cujo processo de cristalização do pensamento impeça o trabalho terapêutico direto.
h)   Adultos em processo terapêutico, cujos registros tenham conteúdos emocionais que, por seu grau de intensidade, ou necessidade evolutiva, devam ser mantidos ocultos  para o cliente, dificultando assim, o processo de liberação através do seu próprio consciente;
i)     Adultos em processo terapêutico,  que tragam sintomas obsessivos por parte de  Personalidades Intrusas, previamente diagnosticados em consultório;
j)       Pacientes psicóticos, já em processo terapêutico com psicoterapeuta capacitado dentro desta visão integral do ser humano.
k)    Por desígnios superiores, quando fenômenos não previstos ocorram espontaneamente no grupo.

31.3. CONTRA-INDICAÇÕES:

       Todos os casos em que a pessoa possa ser encaminhada para um processo terapêutico com profissional especializado, facilitando a ampliação de sua consciência sobre si mesmo, condição fundamental para o processo evolutivo. A Captação Psíquica não deve ser vista como um substitutivo mágico para o processo terapêutico.

31.4. IMPLICAÇÕES:

       A Psicoterapia é uma decisão de coragem, através da qual o cliente mergulha no mais profundo do seu Ser, dando início a um processo de ampliação da consciência que é fundamental para a sua evolução. Quando este processo de autoconhecimento esbarra nos fatores impeditivos, indicativos da Captação Psíquica, esta técnica surge como uma bênção que recai, pelo merecimento, sobre aquele que, conscientemente, buscou a sua transformação interior.
A Captação Psíquica, enquanto técnica decorre da decisão, de livre arbítrio do grupo captador, de auxiliar àqueles que conscientemente buscam ajuda para sanar os seus males, obedecendo aos preceitos de livre arbítrio, autoresponsabilidade (conhece-te a ti mesmo) e humildade (Peça e obterás), o que deve ser feito de acordo com as Leis Evolutivas.  Consciente de sua dedicação e empenho em ajudar, o grupo não se deve deixar levar por aqueles que tentam se esquivar do confronto direto com suas questões psíquicas, fugindo à responsabilidade pelo seu autoconhecimento consciente, ou, muitas vezes, seduzidos pela curiosidade ou pela “mágica”  e gratuidade do processo. Aliviar-se de seus males psíquicos sem a aprendizagem consciente, encerrada no processo terapêutico, significa, muitas vezes, o retorno inconseqüente ao comportamento pernicioso, implicando também na conivência do grupo com a irresponsabilidade de quem foi ajudado, sem que tivesse efetivamente a intenção de assumir sua própria evolução. Por outro lado, cabe ao grupo lembrar-se de que, por mais que ame os seus semelhantes não pode e não deve tentar “evoluí-los”, pois nem aos Mestres é dado fazê-lo. Quem assim procede, incorre em ato de onipotência, tentando interferir em provas que muitas vezes são necessárias ao despertar do Ser em evolução, acarretando para si o retorno danoso dos carmas alheios, atraídos pela imprevidência e desrespeito à Lei Maior.



[1] Texto de autoria de Sueli Meirelles, pesquisadora de Fenômenos Psicoespirituais

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