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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

REUNIÕES DE CURA - Texto Complementar II

                Os grupos avatáricos desenvolvem um maior poder de cura na medida em que aumentam sua sintonia e sincronicidade, ou seja, quanto mais os seus membros conseguem afinar-se em amor mútuo e semelhança de objetivos estabelecidos para as ações do grupo, e quanto mais conseguem alcançar esta sintonia, ao mesmo tempo.
                         A cura e transmutação se efetuam pela liberação da energia retida por estados mentais negativos. A doença resulta da inibição da energia da alma. A inibição resulta do  egoísmo e da separatividade, que leva a pessoa a isolar-se do convívio dos demais, numa demonstração efetiva de desamor. Para que a cura ocorra, é preciso que o grupo de cura invoque o amor.
       Para que a energia estagnada volte a circular livremente, é necessário, no entanto, que o amor seja aplicado com sabedoria. Que o grupo use a sabedoria através da consideração do objetivo de cura a ser alcançado, da origem da doença, ou seja, quais os conteúdos emocionais que alimentam a doença (poderá ser útil ao grupo ter conhecimentos básicos de Bioenergética). Que ele antecipe o estado arquetípico de saúde, ou seja o modelo perfeito criado por Deus para aquela pessoa, visualizando o paciente em perfeito estado de  beleza e equilíbrio e que todo o grupo mantenha esta imagem, simultaneamente. Quanto mais perfeita e sincronicamente esta imagem for mantida pelo grupo, maior o poder de cura. A concentração no objetivo pede a assistência poderosa do Senhor do 5º Raio (Mestre Paulo). Por fim e necessária a transmutação do aspecto negativo de separatividade, bem como de todos os sentimentos negativos manifestados pelo paciente, na sua contrapartida positiva, com a aplicação  do raio violeta, que dará o último e final impulso restabelecedor. Desse modo, a tarefa de cura envolve pelo menos 5 raios, a saber: 2º, 4º, 5º 6º e 7º.        
       A possibilidade de cura está diretamente ligada ao carma do paciente. Existem casos em que os pacientes não são curáveis, nada sendo permitido fazer-se em seu benefício, além das orações de misericórdia. Não sendo este o caso, toda cura é possível, a partir da reunião de todos os fatores envolvidos no processo, quais sejam: O procedimento adequado do grupo, o seu Amor incondicional e o arrependimento também incondicional do paciente, com a conseqüente mudança dos pensamentos, sentimentos palavras e atos  que alimentavam a doença. Como o Mestre Jesus dizia: Vá e não peques mais!
       O local da cura deve estar previamente magnetizado e deve apresentar a dignidade de um Templo de Deus, tal como era conhecido na antiguidade e hoje, infelizmente, é ignorado pela ciência materialista. A vibração do local deverá estar o mais propícia ao livre fluxo da mais pura energia da alma de todos os membros presentes.
       A colaboração do doente é fundamental e deverá ser assegurada em entrevista prévia com a pessoa do grupo designada para este fim: aquele que fará o registro e preparará o plano de cura em coordenação com os restantes membros do grupo. Se a colaboração do doente não estiver assegurada ou se este se opuser ao ministério curador, talvez nada se possa fazer.
       O círculo dos servidores deverá reunir-se na sala ou local específico de cura. O paciente deverá ficar no centro do círculo, o que será especialmente eficaz no caso de doentes mentais (alguns deles, contudo, são incuráveis sob a Lei do Carma). O centro ou a triangulação de centros energéticos ou chacras a serem focalizados deverá ser conhecido. A energia curativa, emanada do Cristo, deverá ser invocada. No entanto, o raio rubi marcará o objetivo. A invocação deverá ser breve e poderosa. Depois, seguir-se-ão a focalização da energia curativa, a concentração no objetivo e o impulso transmutador. A solidariedade, compaixão e amor deverão caracterizar a atmosfera. Efeitos extraordinários poderão surgir deste modo, formando-se uma triangulação entre a energia crística das esferas superiores, o grupo de cura e a alma do paciente.
       Obtido o impulso de cura e feita a ligação estimulante e amorosa ao coração do paciente, a linha do restabelecimento terá sido traçada. Por ela circulará a energia da alma. O trabalho, porém, não estará terminado: deve assegurar-se o arrependimento íntimo do paciente a respeito do anterior bloqueio na circulação da energia. Ele deve conscientizar-se da relação entre a desarmonia do seu sistema interior e o bloqueio desencadeador da doença, ou seja, de todos os aspectos negativos que contribuem para a sua manutenção. Deve tomar a decisão interior de não mais permitir o desvio ou a obstrução da energia divina, esforçando-se por compreender inteligentemente a sua natureza. Nisto será assistido pelo grupo e, sobretudo, pelo membro do grupo que tenha feito a entrevista e o esteja acompanhando em seu processo de cura.
       A tarefa seguinte a ser cumprida diz respeito à manutenção da linha renovada de circulação energética, o verdadeiro caminho de cura. O arrependimento efetivo é o passo necessário a que deve seguir-se o esforço da vontade expressa mentalmente, por parte do paciente, visando conservar a livre circulação da energia divina, fortalecendo e alargando o canal aberto. O grupo deverá assisti-lo e inspirá-lo, enviando-lhe a energia iluminadora do Amor-Sabedoria e continuar, eventualmente, através da irradiação do raio violeta, a auxiliá-lo na transmutação dos obstáculos. A cura poderá ser alcançada:

a)    se o paciente, ocultamente “pai do carma” individual, exercer de modo voluntário a decisão correspondente, manifestar profundo e sincero “arrependimento” e apelar à misericórdia divina procurando simultaneamente harmonizar-se com a Lei Maior;
b)    se o grupo colaborar na tarefa de fortalecer o movimento oposto ao carma cristalizado em doença, visualizando o estado perfeito e saudável programado por Deus para aquela pessoa.

       Nesta fase o importante é estabilizar o resultado e colher a flor evolutiva que a doença veio semear. Todo sintoma é um pedido de socorro do organismo que busca novamente o seu ponto de equilíbrio. Se o grupo tiver intuição, saberá como levar isto ainda mais longe, aprofundando seus conhecimentos sobre o assunto. Se o paciente tiver intuição, nada poderá impedir a cura, exceto uma forte limitação cármica. Ainda assim deverá considerar-se que as limitações cármicas podem ser compensadas por movimentos de sinal oposto, ou seja: Os aspectos negativos da personalidade podem ser transmutados em suas polaridades positivas. Ex.: Apego em desapego, ódio em amor; orgulho em humildade, etc.
       O termo saúde tem a mesma origem de salvação; ter saúde é estar a salvo das emoções negativas que causam os bloqueios impeditivos da livre circulação da energia vital.

Site: www.suelimeirelles.com


[1] Texto extraído do Livro Teorias e Técnicas Grupais.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

COMO TRANSMUTAR ENERGIAS NEGATIVAS EM ENERGIAS POSITIVAS

            Como de hábito, iremos iniciar a nossa reflexão pela compreensão do termo. O verbo transmutar[1] tem o sentido de transformar, fazer com que fique diferente, inclusive no que se refere a elementos químicos. No sentido espiritual, significa transformar cargas emocionais ou mentais negativas, em suas polaridades positivas. Ex. Medo em Coragem; tristeza em alegria; raiva em compreensão, pessimismo em otimismo, etc. Mas, qual a utilidade de fazermos isto, nós poderíamos perguntar?
            Em primeiro lugar, o exercício da transmutação permite a elevação de nossas consciências colocando-nos a salvo das dissonâncias mentais e emocionais do mundo externo. Manter nossas consciências elevadas é primordial para a saúde como um todo, já que nossos padrões mentais e emocionais fornecem o conteúdo energético para nossas doenças físicas. Além disso, a partir do nosso equilíbrio espiritual, podemos influenciar, positivamente, os ambientes ao nosso redor, onde quer que estejamos. Este raciocínio nos conduz à segunda pergunta: _ Como fazer isto?
            A condição ideal para a transmutação é que possamos fazê-la em conjunto com outras pessoas. No mínimo, três: Uma pessoa que tenha facilidade de conexão com o Divino, através da fé; uma pessoa sensitiva[2], para visualizar o que está emergindo para ser curado e uma pessoa que tenha maior conexão com as energias telúricas e possa descarregar as tensões mentais e ou emocionais, através deste fio terra, colocando a mão direita na parece ou chão de piso frio. Estas energias podem ser direcionadas ao mar, que a tudo dissolve ou podem ser visualizadas sendo consumidas numa fogueira sagrada, em nome de Mestre João Batista, Arquétipo da Justiça para este momento de Transição Planetária. Uma oração muito útil neste processo é a Invocação Planetária[3] (link de acesso no final desta página), através da qual podemos elevar nossos pensamentos ao Divino, para que todo o mal seja consumido e transmutado em suas polaridades positivas, com o acréscimo de alguns comandos lingüísticos, tais como: “Queimando e purificando” (repetir 12 vezes) ou “dissolvendo e transmutando em luz” (repetir 12 vezes). Este número corresponde aos 144.000 pessoas e grupos que trabalham pela elevação do planeta.
            Quando realizadas em grandes grupos, as transmutações tornam-se poderosas e efetivas, para a dissolução das negatividades em cidades, países ou até mesmo em todo o planeta.
            Em atendimento a Lei do ritmo, o ideal é que as transmutações sejam realizadas em reuniões semanais, no mesmo dia e horário ou diariamente, em períodos de grandes tribulações pessoais, familiares ou sociais.
            Acima de tudo, este é um exercício de mentalização positiva que irá produzir o efeito correspondente, na mesma medida da sua fé. ACREDITE!

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                  Sueli Meirelles, em Nova Friburgo 09 de Agosto de 2017-08-09

                  Site: http://www.suelimeirelles.com




[1]  Fazer com que fique diferente; ir de um lugar para outro; mudar de uma circunstância para outra; transformar ou transformar-se: a felicidade transmutou-se em tristeza. [Química] Transformar um elemento químico em outro.Etimologia (origem da palavra transmutar): do latim transmutare.
Sinônimos de Transmutar
Transmutar é sinônimo de: converter, metamorfosear, transformar, transmudar
Fonte: https://www.dicio.com.br/transmutar/
[2] Sensitivos são pessoas que apresentam maior quantidade de cristais de Apatita em suas glândulas pineais e têm percepção ampliada, podendo captar e/ou identificar energias dos ambientes ou de outras pessoas.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

ORAÇÃO DOS CINCO DEDOS


Você também pode fazer esta meditação, acompanhando o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=w5-vABYiPLw

            Vamos elevar os nossos pensamentos ao Divino, inspirando profundamente, colocando nossas colunas retas, em sintonia com o eixo verticalizado da Terra; com a nova consciência planetária, com nossas mãos em prece, junto ao peito.
            Vamos visualizar, num décimo segundo patamar, o nosso Amado Mestre Jesus, com seu coração iluminado, azul do lado esquerdo, rosa do lado direito e dourado no centro, do mesmo modo iluminando nossos corações, com o azul da Perfeita Vontade Divina, preenchendo o lado esquerdo de nossos corações; o rosa do Amor Incondicional de Deus, preenchendo o lado direito de nossos corações e o dourado da Sabedoria, preenchendo nossas mentes e orientando nossas escolhas.
            Vamos concentrar nossas atenções nos dedos polegares e pedir que as Bênçãos Divinas descendam sobre os nossos familiares, para que suas mentes sejam iluminadas e seus caminhos abertos às realizações dos melhores sonhos de suas vidas.
            Vamos concentrar nossas atenções nos dedos indicadores, o dedo da acusação e da divergência e pedir que as bênçãos Divinas descendam sobre todos que divergem, para que os opostos se tornem complementares, dissolvendo todas as formas de polêmicas, contendas e conflitos.
            Vamos concentrar nossas atenções nos dedos médios, e vamos pedir que as Bênçãos Divinas descendam sobre todas as lideranças planetárias, para que possam lidera com Sabedoria e em benefício de todos os povos. Que a Luz se faça em suas consciências.
            Vamos concentrar nossas atenções nos dedos anulares e pedir que as bênçãos Divinas descendam sobre os anulados; sobre todos os que sofrem: Os que têm fome, os que têm sede, os imigrantes, os idosos, as crianças, os enfermos, os presidiários, os excluídos... Para que possam resgatar a dignidade de suas vidas.
            Vamos concentrar nossas atenções nos dedos mínimos, o dedo da humildade, e vamos pedir que as Bênçãos Divinas descendam sobre todos nós, para que possamos dar continuidade às nossas missões de vida, com amor, gratidão e compaixão por todas as formas de vida do planeta.
                                                            QUE ASSIM SEJA E ASSIM É!
                                                                    GRAÇAS A DEUS!

                                                            Sueli Meirelles, 08 de Agosto de 2017.

Oração de autoria do Papa Francisco, quando era Bispo na Argentina, adaptada aos princípios da Bioenergética e Psiconeurolonguística.
Fonte: http://www.snpcultura.org/a_oracao_dos_cinco_dedos_do_papa_francisco.html

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Email: suelimeirelles@gmail.com



terça-feira, 8 de agosto de 2017

AUTO-CURA E AUTO RESPONSABILIDADE - Texto Complementar I


       O processo evolutivo tem como eixo fundamental a proposta de que cada Ser Humano alcance a Maestria, ou seja: Torne-se Mestre de si mesmo, polarizando positivamente todos os aspectos de sua Personalidade; submetendo-os ao controle da sua Individualidade ou Essência Divina. Isto significa transformar o orgulho em humildade, a negligência em diligência, a intolerância em tolerância, a vaidade em simplicidade etc., para que cada Ser Humano se torne capaz de expressar as Virtudes de Deus, já que foi criado à Sua Imagem e Semelhança. A má qualificação dessas energias, ou seja o uso do pensamento direcionado para o negativo, produz sentimentos igualmente negativos de medo, raiva, tristeza e dor etc., os quais serão traduzidos em sintomas físicos, através dos quais o organismo tentará se esvaziar destas energias nefastas, tornando-se a doença tão mais longa, quanto mais a pessoa persistir em seu padrão negativo de pensamentos, alimentando desta forma o sintoma que a aflige. Quanto mais uma pessoa estiver atenta à qualidade de seus pensamentos, sentimentos, palavras e atos, mantendo-os polarizados positivamente, mais será saudável, no sentido mais amplo da palavra: Física, emocional, mental e espiritualmente saudável.
       Em relação aos processos de cura, mais especificamente, o que existe é a auto-cura. Mesmo que, a princípio, realizada através de outra pessoa, como canal de manifestação da Energia Superior, a cura se concretiza pela mobilização de um quantitativo de fé, na pessoa que pede a cura. Todos os relatos das curas realizadas pelo Mestre Jesus descrevem as frases que Ele habitualmente utilizava, ao curar: Tua fé te salvou; tua fé te curouEm verdade vos digo que se tiverdes fé, do tamanho de um grão de mostarda, e disserdes àquela montanha: - Move-se para lá! Ela mover-se-á. Além disso, em todos estes relatos estava também subentendida a necessidade do pedido humilde da pessoa que deseja se curar, através da sua máxima: Peça e obterás. Bata e a porta abrir-se-á.
       Nos processos de cura, é preciso que se observem ainda dois outros importantes aspectos: A auto-responsabilidade do doente que busca a cura e o risco da vaidade espiritual do “curador”. Embora, em princípio, todo Ser Humano esteja na Terra em processo evolutivo, pessoal e intransferível, tende a não querer assumir a responsabilidade por seu processo de auto-cura e evolução, buscando ajuda espiritual sempre que a situação se torna mais difícil, afastando-se quando a situação melhora e retornando, posterior e temporariamente, tão logo os problemas voltem a aparecer, alimentados pelas mesmas falhas de personalidade, não identificadas pela consciência e não transformadas. Por outro lado, o fato de ser um instrumento de cura, cria no “curador” a ilusão de estar ajudando o seu próximo, encaixando-se assim os dois aspectos negativos das Personalidades de ambos: A dependência por parte do “doente” e a vaidade por parte do “curador”, mantendo-se um eterno ciclo vicioso que atravanca o progresso espiritual de ambos. Este é um artifício das próprias Personalidades, as quais resistem ao processo de transformação, pelo hábito e pela acomodação a modos de ser tão antigos e inconscientes, que não chegam sequer a ser percebidos como problemas evolutivos.
       Uma questão mais específica em relação aos processos de cura, relaciona-se com as doenças apresentadas na tenra infância, quando se poderia questionar, diante do desconhecimento da Vida Eterna, por que seres que estão iniciando a existência terrena já trazem tais sintomas. Em alguns casos, estes sintomas são expressões de energias não qualificadas, produzidas por outra Personalidade anterior da Individualidade da criança. Estas energias podem ser transmutadas pela Chama Violeta, o Fogo Sagrado do Espírito Santo, de acordo com a fé e o merecimento de cada Emanação de Vida envolvida na situação. Em outros casos, crianças que trazem “doenças incuráveis” são missionários que as manifestam no mundo da forma, como mola propulsora para o progresso da ciência humana, na maioria das vezes em interligação com as propostas evolutivas de seus pais e familiares. Em ambos os casos, há possibilidade de reversão do quadro, sempre que o objetivo de aprendizagem, contido na situação, seja identificado, convertendo-se em atividade evolutiva de transformação interna e concretização em benefício do próximo. Em todas as situações de cura, o conhecimento das Leis Cósmicas que regem a evolução e a vida, ajuda cada Ser Humano a compreender o sentido espiritual da experiência que atravessa, ampliando sua consciência para níveis de aperfeiçoamento imediatamente mais altos, no eterno processo de autoconstrução que caracteriza o progresso da humanidade e o seu retorno à Casa do Pai.
                  


                                                                          Sueli Meirelles

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A CASA DE MICA - Artigo


...Naqueles dias não havia rei em Israel:
Cada qual fazia o que parecia direito aos seus olhos.
(Juízes, 17)

            Esta passagem do Texto Sagrado do Cristianismo se refere a um tempo em que o povo hebreu, recém-saído de um período de dois mil anos de cativeiro no Egito, era um povo nômade, em meio ao deserto.
            Como nesses difíceis tempos bíblicos, vivemos, hoje, um processo semelhante. Sob os efeitos da globalização econômica, somos convocados à convivência diária com uma multiplicidade de costumes e crenças, desde os instituídos pelos imigrantes e escravos que aqui aportaram, para formar o caldeirão cultural que hoje é o Brasil, até os novos cultos que vêm surgindo a cada dia. Esta liberdade cultural, ao mesmo tempo em que é um avanço civilizatório, que permite que caminhemos em direção à autenticidade e à unidiversidade, traz-nos, também, dificuldades de convivência com o diferente, sempre que consideramos que a nossas crenças são melhores e mais corretas do que as dos outros. Silenciosamente, estamos a caminho da exacerbação do sectarismo religioso, correndo sérios riscos de que uma nova inquisição seja instalada pelo fundamentalismo religioso.
            Isto coloca nas mãos dos líderes de todas as religiões cultuadas no Brasil, a delicada e importante tarefa de esclarecer os seus fiéis, quanto às questões mais profundas que constituem as práticas da fé. Num país de escolaridade precária como o nosso, a ignorância constitui a besta apocalíptica, que se não for dissolvida à luz do conhecimento, manterá nosso povo aprisionado pelo medo, diante de tudo aquilo que desconhece, personificado pela figura medieval de satanás. Os líderes religiosos são os privilegiados que têm acesso ao conhecimento e à cultura de outros povos e tradições, cabendo-lhes, através da conscientização, mostrar que a religiosidade transcende a forma como cada religião é praticada e que, em essência, todos buscam, igualmente, o sentido de religar-se com um Deus Único.
            Nestes dois mil anos de Cristianismo, nunca se viu tanta diversidade de práticas religiosas. A cada dia, em cada esquina, surge um templo com uma denominação diferente, sempre que os seus líderes divergem em algum ponto da doutrina ou em alguma questão econômica, fator essencial do mercantilismo religioso. Como na casa de Mica, cada qual faz o que parece direito aos seus olhos, levando consigo uma multidão de cegos espirituais, que temem a Deus e, assustados, podem pisar naqueles que são os seus semelhantes, mas que são identificados e rejeitados como diferentes; como os inimigos que cultuam outro deus, como se Deus pudesse ser dividido em pedaços: O meu Deus, o seu deus... O meu com D maiúsculo, o seu com d minúsculo.
 Sabemos que na história da humanidade, sempre que o outro é desvalorizado no seu saber e na sua cultura, facilmente, em nome de Deus, ele pode ser levado à fogueira, não para que morra, claro, mas para que sua ”alma seja purificada”. Em todas as guerras, sejam econômicas, políticas ou religiosas, os fins justificam os meios...
Talvez, como solução para este problema que se avizinha, pudéssemos, todos, tornar-mo-nos verdadeiros Cristãos, reunindo-nos em torno da Presença do Mestre Jesus, que através do Novo Testamento, nos deixou uma mensagem de amorosidade e compaixão para com os diferentes, dizendo-nos: Ama a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo..


Sueli Meirelles: Especialista em Psicologia Clínica. Pesquisadora de Fenomenos Psicoespirituais. Consultora em Desenvolvimento Humano, Saúde Integral, Ecologia Integral, Educação para a Paz e Implementação de Projetos Sociais.




quinta-feira, 16 de junho de 2016

ATH - ABORDAGEM TRANSDISCIPLINAR HOLÍSTICA - Capítulo 8 da Apostila do Carrossel de Luz


             A fragmentação do conhecimento levou a humanidade a uma crise sem precedentes na sua história.
             A ciência se afastou da ética na medida em que deixou de se posicionar, através de sua “neutralidade” em relação a outros ramos do conhecimento, tais como a filosofia, a arte e a religiosidade. Essa aparente objetividade fez com que as regras de ética ficassem exclusivamente por conta das religiões.
            A objetividade científica e da tecnologia se transformou em indiferença em relação aos critérios éticos. O resultado é que o mundo tecnológico está sem rumo firme, sem saber mais o que está certo e o que está errado, ou, no mínimo, não se preocupa com isto. A separatividade entre ciência, arte, filosofia e tradições, pode ser o maior responsável pelo caos que se verifica atualmente, uma vez que, por conseqüência, parece ter contribuído para o distanciamento da ciência e da tecnologia em relação à ética. 
            Como as organizações são feitas por pessoas, elas dependem da boa vontade e do entusiasmo do pessoal que delas faz parte, e este entusiasmo não pode ser comprado.
            Segundo o velho paradigma newtoniano-cartesiano que predominou nos últimos trezentos anos,  o homem é considerado algo mecânico, um objeto a ser manipulado para consumir cada vez mais e produzir cada vez mais coisas para serem consumidas, num aparentemente inesgotável crescimento. E para obter estes resultados, pensava-se que bastaria pagar e dar ordens para serem obedecidas, dando treinamento quando necessário.
            Na organização do século XXI, o homem não aceitará mais ser tratado como mera peça de uma engrenagem. Ele vai querer saber para que, para quem e por que ele trabalha. E mais do que isto, só aceitará trabalhar e o fará com entusiasmo sabendo que ele contribui de algum modo para servir à humanidade. Este aspecto torna-se ainda mais importante, quando se refere à educação de crianças e jovens, cidadãos do mundo de amanhã.          
            Uma mudança progressiva de consciência está se operando em muitas pessoas desde o final do século passado. Ela atinge também os empresários e líderes políticos. Uma vez que esta mudança tem início, a gestão empresarial ou governamental muda de colorido, no sentido de uma gestão holística.
            Introduzido no Brasil por três psicólogos franceses Jean-Yves Leloup, Monique Thoenig e Pierre Weil, o Movimento Holístico, baseado no surgimento no novo paradigma holístico no campo da ciência,  resultou na fundação, em 1988, da UNIVERSIDADE HOLÍSTICA INTERNACIONAL DE BRASÍLIA            - UNIPAZ, uma Instituição apoiada pela UNESCO, totalmente empenhada na EDUCAÇÃO PARA A PAZ. Esta nova metodologia científica vê o homem como uma Totalidade CORPO-MENTE-ESPÍRITO e pode ser aplicada em todas as áreas de atividade humana, da empresa à escola, resgatando os valores éticos que o Ser Humano necessita para a sua sobrevivência no Planeta.

8-1. O QUE É CULTURA ORGANIZACIONAL HOLÍSTICA:

Para começar, vamos lembrar a seguir o que entendemos por cultura; depois o que define uma organização, assim como uma cultura organizacional; enfim, é imprescindível definir a palavra holística; só então podemos determinar o que vem a ser uma Cultura Organizacional Holística.

8.1.1.   Cultura – Conjunto de valores, conhecimentos e costumes que levam as pessoas de determinada sociedade ou grupo social a se comportarem de determinada maneira nos diferentes atos de sua existência.

8.1.2.   Organização – Coletividade de pessoas agrupadas em torno de determinadas finalidades e procurando atingir certos objetivos, estruturada em sistemas interligados de maneira a atender às suas finalidades de modo eficiente.

8.1.3.   Cultura organizacional – È o conjunto de valores, conhecimentos, hábitos e costumes de determinada organização, conjunto este que, acrescido à finalidade precípua desta coletividade de pessoas, leva os sistemas e as pessoas que dela fazem parte a se comportarem de determinada maneira em todos os principais atos, funções ou tarefas.

8.1.4.   Holística – De Holos, grego, que significa inteiro, não fragmentado. Adjetivo ou substantivo significa uma visão não fragmentada do real, em que sensação, sentimento razão e intuição se equilibram, se reforçam e se controlam reciprocamente, permitindo ao homem uma plena consciência, a cada momento, de todos os fatores envolvidos em cada situação ou evento de sua existência, permitindo-lhe tomar a decisão certa, no momento certo, com sabedoria e amor espontâneos, o que implica a presença de valores éticos de respeito à vida sob todas as suas formas. É uma visão em que o indivíduo, a sociedade e a natureza formam um conjunto indissociável, interdependente e em constante movimento. É uma visão na qual, paradoxalmente, não só as partes de cada sistema se encontram no todo, mas em que os princípios e leis que regem o todo se encontram em todas as partes.

8.2.        Cultura Organizacional Holística – Uma Cultura Organizacional Holística é um conjunto de valores, conhecimentos e costumes ligados a uma visão não fragmentada do mundo em que a organização ou instituição é considerada um organismo vivo em constante movimento, constituindo um sistema de eventos com uma constante interação e interdependência de sistemas maiores ou menores. Isto leva os homens, mulheres e sistemas que dela fazem parte a se comportarem de modo plenamente consciente e não-automático, dentro de finalidades ligadas ao respeito e ao desenvolvimento de uma vida plena sob todas as suas formas: física, emocional, mental e espiritual, em que a humanidade possa evoluir para o pleno despertar da sabedoria e do amor.







[1] Texto de autoria de Sueli Meirelles, complementado com textos de Pierre Weil, extraídos do Livro Organizações e Tecnologias para o Terceiro Milênio.

domingo, 24 de abril de 2016

BREVE HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO HUMANA - Capítulo 4 da Apostila do Carrossel de Luz


     O Planeta Terra originou-se de um fragmento que se desprendeu do próprio Sol, morada da Hierarquia Crística, dando início a sua jornada evolutiva. Durante um longo período de tempo, devido a vários processos de evaporação da massa líquido-pastosa do planeta, gradativamente foi se formando uma atmosfera, saturada de elementos que deveriam retornar à superfície pelas forças propulsoras, imantadas pelo poder vibratório da Hierarquia Crística. Uma pequena alteração da massa gasosa foi condição suficiente para que uma pioneira faísca desencadeasse alterações eletrostáticas e eletrodinâmicas que culminaram na precipitação de abundantes dilúvios. O planeta, que incandescia como um gigantesco cadinho, foi abençoado pela Hierarquia com o “Batismo Cósmico” de chuva intensa, por vários milênios. Com as chuvas caindo numa verdadeira fornalha, formada pela superfície ainda mal delimitada da terra, certos elementos químicos necessários à futura organização das formas densas no planeta foram surgindo, através de vários fenômenos físico-químicos, e também, muito especialmente, através do Poder operante dos Poderosíssimos Seres Espirituais da Hierarquia Crística. Estas chuvas, em contato com a massa telúrica, moldaram para o nosso abençoado planeta um novo relevo, embora ainda bastante imperfeito. A Terra, ao destacar-se do núcleo central do Sol, precisou manter-se em equilíbrio, obedecendo a complexos fenômenos, regidos pelas leis matemáticas da Mecânica Celeste, sob o comando da Sabedoria Divina. Nesses fenômenos cósmicos que presidiram a gênese e formação de nosso planeta, os Seres Espirituais da Hierarquia Crística consideraram necessária a formação de um satélite, a Lua, a qual equilibraria toda a massa da Terra em seu movimento de translação em torno do Sol, trazendo e conferindo também estabilidade vibratória ao planeta, já então, quase já formado. Em seus vários posicionamentos, o satélite que orbita em torno da Terra serviria como transdutor de luz polarizada e magnetismo, os quais seriam necessários à formação e reprodução dos vários seres vivos, que futuramente iriam habitar essa “nova casa cósmica”. Neste momento da formação de nosso planeta, iniciou-se a diferenciação da matéria, surgindo inicialmente o hidrogênio e a condensação dos metais, que permitiu a configuração densa de nossa superfície. Após longos e vários dilúvios, embora a superfície da crosta terrena estivesse totalmente submersa, ocorreram novos processos de evaporação, sendo que desse fenômeno emergiu pela primeira vez, a primeira zona de terra firme que permitiria, no futuro, os processos biológicos. Essa primeira zona que emergiu das águas foi aquela que hoje conhecemos como BRASIL, em seu Planalto Central. Formaram-se rios em várias regiões, os quais eram veículos de elementos rochosos. Essas águas com elementos oriundos da erosão das rochas eram de características mais concentradas e sua composição, já salina, criou as futuras condições para o surgimento da vida vegetal e animal, naquilo que definiríamos como Protovida. O mar pode assim ser definido como o próprio “sangue planetário”. Nele surgiram os primeiros seres unicelulares e, depois, os pluricelulares., os quais, ao se amalgamarem, formaram complexos celulares vegeto-animais. Mais tarde, a fauna marinha originaria toda a fauna terrestre, e a flora marinha originaria, através das algas, a maior parte do reino vegetal terrestre. Através das correntes marítimas, esses complexos celulares vegeto-animais gradativamente alcançariam a terra firme. No clima ainda tépido do planeta, em terrenos alagadiços e pantanosos, erguer-se-ia a vida.
       No cenário terrestre ainda havia uma certa instabilidade telúrica, modificando o relevo e promovendo a evolução do reino mineral. O reino vegetal era provido de exuberante flora, a qual sofreria transformações. A fauna terrestre desenvolveu os anfíbios e, obedecendo a esses mesmos influxos evolutivos, surgiram os répteis, tal como os conhecemos hoje. Logo após os répteis, surgiram os dinossauros, como representantes de experimentos evolutivos, desenvolvidos pelos Arquitetos da Forma, posteriormente extintos.
Nos primórdios da Era Terciária, sugiram os primeiros antepassados da forma humana, os ANTROPÓIDES que, por sua vez, dariam origem ao homem atual. Os Arquitetos da Forma foram aperfeiçoando os patrimônios do Corpo Astral, em  zonas pré-hominais e em sítios elementares do própria Natureza terrena, criando condições para o surgimento  dos primeiros homens que, embora ainda selvagens, eram quase idênticos aos  homens de hoje. Definida a forma física, tomaram corpo no planeta, tanto os chamados filhos da Terra, espíritos jovens que iniciavam seus processos evolutivos, quanto os chamados filhos das Estrelas, serem originários de outras humanidades que já haviam alcançado um alto grau evolutivo, e que a ele não tinham se adaptado, recebendo a oportunidade de evoluir na Terra, desenvolvendo humildade, desprendimento, tolerância e Amor Fraterno e, ao mesmo tempo, contribuindo para a evolução da população terrena. Os “estrangeiros” vieram de diversas pátrias siderais: Alguns de outras galáxias muito distantes e muito evoluídas; outros até de planetas de nossa própria galáxia. Vieram coletividades decaídas de Vênus, Júpiter, Saturno e outros planetas. Estes seres decaídos eram Seres Espirituais retardatários em seus processos evolutivos, para os quais a única maneira de serem impulsionados, seria virem como degredados para planetas inferiores, ou que estavam no início de sua jornada. Desses, muitos já retornaram aos seus mundos de origem, enquanto outros aqui escolheram permanecer, em agradecimento ao Pai Celestial, pela oportunidade evolutiva, para continuar auxiliando na evolução de seus irmãos menos experientes.
       Os Seres novos, antes de surgirem no solo terreno, passaram pelo Campo Astral terrestre, onde os Arquitetos e Engenheiros da Forma, como já vimos, estruturavam para eles um Corpo Astral que serviria de molde para seus Corpos Físicos densos. Assim, houve vários experimentos de ordem genética e astral. O Ser Espiritual teve que imantar e haurir sobre si os processos coesivos, sensitivos, instintivos e de memória (arquivo vivo) dos primeiros reinos evolutivos. Assim, experimentaram o reino elemental, para que pudessem vivenciar e absorver a experiência desta fase evolutiva. A passagem pelo reino mineral foi importante, pois foram hauridos os processos coesivos e estruturais, inclusive da rede atômica. As células futuras seriam modeladas obedecendo a complexidade arquitetônica dos diversos minerais. Após o reino mineral, experimentaram o reino vegetal, onde hauriram a sensibilidade e os primórdios de funções importantíssimas para a futura organização física densa. Logo a seguir, experimentaram o reino animal, ou seja, beberam vivências do reino animal. Funções instintivas, automáticas e mecânicas foram adquiridas nesta fase. Experimentaram desde os unicelulares, passando por todos os processo evolutivos da escala animal, ou seja, até a fixação dos elementos básicos da inteligência e sua expressão. Estas fases se estenderam por milênios, para que se realizassem complexas operações no corpo mental e astral do Ser Espiritual que iria se encarnar pela primeira vez no planeta, vindo a constituir a primeira raça, a RAÇA PRÉ-ADÂMICA, que mais tarde, evoluiu para a RAÇA ADÂMICA, já mais aperfeiçoada, no mesmo período em que vieram os primeiros Filhos das Estrelas ou “Estrangeiros”.
       Adão e Eva têm uma alta significância oculta. Adão significa o Princípio Absoluto; Eva, o Princípio Natural. Podemos também expressar que Adão é o Princípio Espiritual e Eva é a Geradora da Forma. É como se Adão, o Princípio Espiritual, tivesse fecundado Eva, o Princípio Natural, e dessa tivesse surgido ou nascido a humanidade, o mundo da forma propriamente dito: Os filhos Abel e Caim. Caim seria o Princípio do Mal, enquanto Abel seria o Princípio do Bem, simbolizando a função evolutiva da humanidade, de combater o mal dentro de si mesma, e desenvolver o bem, alcançando o terceiro filho Seth, o verbo, capaz de reascender o homem aos planos mais elevados do universo, onde se agita a vida das almas já enobrecidas pelo amor e Sabedoria. Assim, a primeira raça, a raça pré-adâmica cedeu lugar a segunda raça, a Adâmica e esta, por sua vez, à raça Lemuriana, a qual se caracterizava pelo início dos processos de conscientização e aplicação das Leis Divinas. Já no meio da 4ª sub-raça Lemuriana, quase todo o planeta estava ocupado pela humanidade. Nestes períodos surgiram os grandes Magos, profundos conhecedores das Leis que regem a mecânica do Micro e do Macrocosmo, e sobre as quais eles podiam interagir. Mantinham contato direto com seus superiores e tinham poderes que, em relação aos demais, eram supranormais. Assim, extinguia-se a Raça Lemuriana, abrindo passagem para a Raça Atlante, a qual seria poderosa por sua sabedoria e grandes feitos cósmicos. Mas, por vários motivos, dentre os quais citaremos a interferência de Seres Espirituais de baixa estirpe, os Atlantes foram se perdendo em mesquinhos desejos, os quais logo começaram a exaltar a vaidade, o egoísmo, a inveja, o autoritarismo e o poder mental voltado para a Magia negra, para atacar e subjugar seus iguais em condições de menor poder. Houve verdadeiras guerras negras, em que o ódio e o sangue varriam templos que possuíam um passado glorioso e sagrado. As reações não se fizeram demorar, sob a forma de grandes catástrofes, hecatombes sem fim. Era a própria Terra que, como força de reação, tentava expulsar seus marginais, já que eles haviam trazido um clima de ódio e vingança, e ativado marginais cósmicos de todas as partes. Tinham também manipulado de forma agressiva e inferior os vários reinos da Natureza, o que lhes acarretou um carma pesado e negro, fazendo-os encarnar já com pesados débitos.
       Assim, o planeta viu cair por terra a portentosa Raça Atlante, a qual não soube manter-se acima dos desejos inferiores e belicosos de outros seres que faziam parte também de nossa humanidade. Foi uma Era onde o egoísmo e o personalismo substituíram a cooperação e a fraternidade. Enquanto isso acontecia com a maioria, uma minoria ainda guardava as tradições da civilização de ouro, e foram esses que velaram pela tradição oculta, enquanto as cisões e deturpações se iniciaram.
       No ocaso da Raça Atlante, arrasada pelos próprios atos desmesurados, surgiu a Raça Ariana, como a possível restauradora da tradição oculta que se esvaíra, enquanto no Egito, na Índia, na Europa e na América surgiram os grandes patriarcas como Rama, Crishna, Pitágoras, Moisés e Abraão. Conservado no Extremo Oriente, este conhecimento oculto começou o seu caminho de retorno ao Ocidente.
Enquanto a partir do Cristianismo dos primeiros tempos, as religiões ocidentais se sucederam umas às outras (Catolicismo, Protestantismo, Espiritismo), expandindo-se em diferentes ramificacoes, as várias escolas iniciáticas, tais como a Teosofia, Rosacruzes, Maçonaria, conservaram o conhecimento oculto das antigas tradições, que começou a ser gradualmente revelado, a partir da década de 60.
Neste final dos tempos, em que uma civilização termina e outra tem início, urge que se faça a união entre todos os povos, raças e credos, para que se cumpra o ciclo de retorno ao Grande Uno, onde todas as divisões tiveram origem, e onde todas as divergências, aparentemente irreconciliáveis, irão compor o grande quebra-cabeças da integração na Síntese Relígio-Científica.


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[1] Texto de autoria de Francisco Rivas Neto, extraído do livro Umbanda: A Proto-Síntese Relígio-Científica, complementado por Sueli Meirelles.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CONVIDADO ESPECIAL PARA A SUA CELEBRAÇÃO DE NATAL - Oração Gestáltica


Deixe que Ele entre na sua casa e participe da sua Celebração de Natal. Peça a cada convidado que escreva uma frase para uma Oração de Nata (pedidos, agradecimentos, votos de felicidade, saúde...) Organize as frases, dando-lhes sentido ordenado (Oração Gestáltica, feita com a doação de todos). Em nome do Mestre, abençoe o pão com sal e o vinho com água, para que eles possam ser purificados e possam purificar a quem deles comer e beber. O Mestre Jesus será gratificado pela sua lembrança e este será o seu melhor presente de aniversário.

(Pai Nosso - Marcus Viana - CD Francisco de Assis)

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

VIBRAÇÃO PELA PAZ


É TEMPO DE FEMININO

Não tem que haver guerra!

Por isso é tempo de feminino.
Porque é tempo de cuidar.

Por isso é tempo de feminino.
Porque é tempo de amar.

Por isso é tempo de feminino.
Porque é tempo de atravessar
Todas as barreiras
Que os homens construíram entre si.

Por isso é tempo de feminino.
Porque é tempo de mãe:
Mãe que gesta,
Mãe que cuida,
Mãe que nutre,
Mãe que embala,
Mãe que beija,
Mãe que abraça,
Mãe que acalenta...

Por isso é tempo de feminino.
Porque quando o filho sofre,
a mãe também sofre.
E por isso as mães não gostam de guerras.
Porque seus sagrados filhos não foram gestados e paridos para lutarem entre si.
Por isso é tempo de feminino.
Porque é tempo de cuidar.
Porque é tempo de amar.
Cuidai do feminino,
Dentro de cada um de vós,
Homens e mulheres deste lindo Planeta Azul.

EU SOU em Vós,
Vós sois em mim.
EU SOU a CLARA LUZ DA CONSCIENCIA.

(Mensagem Canalizada por Sueli Meirelles, na Reunião do Carrossel de Luz (Nova Friburgo).

Em 15/08/13